O Douro e a Orquestra ligeira da Câmara Municipal de Tarouca - 1ª parte


Exibição na festa das vindimas na aldeia vinhateira de Barcos, Tabuaço

Nas encenações musicais desta apresentação da "Orquestra ligeira da Câmara Municipal de Tarouca" retrocedemos a épocas áureas da música ligeira do século XX, em especial afecto à nossa música portuguesa.

E sente-se bem na orquestra, a "música" como "alma do povo"

Alma do povo que é a sua identidade e seus valores.

No presente momento, com "a crise" de que tanto se fala, serão as características culturais endógenas do povo, como "as memórias musicais" que poderão ditar a sua resistência e sobrevivência.

Assim com as crescentes dificuldades que o Pais vai tendo, a cultura, nas várias vertentes é tão importante como o pão e água necessário ao dia a dia.
Um dos maiores riscos que no presente momento temos, é o esquecimento da nossa história, das nossas capacidade, dos nossos valores...
dos talentos que sempre tivemos ao longo dos séculos para nos expandir e crescer.

E é com emoção que nas festividades da aldeia de Barcos encontramos o habitat propício, com um espaço de lazer, palco para actividades recreativas, tendo como plano de fundo as vinhas e montanhas do Douro, onde se organizam espectáculos com grupos musicais regionais ao longo do ano.

É bonito todo este espaço, propício a encenações culturais, onde por diversas vezes observei a apresentação de grupos.
Neste período da nossa história são importantíssimos estes espaços e estas iniciativas.
É que a nossa população bem precisa de melhorar os pensamento e autoconfiança, com vista à sensibilização colectiva de que todos em harmonia possam inverter o que não vai bem.
Com a apresentação e divulgação do nosso património musical, como esta que gravei no presente post, fortalecemos o nosso brio e orgulho como "povo português"
A nossa riqueza e sensibilidade cultural aumenta, e cada um sente dentro de si "a força" e "alma portuguesa" que tem em seu poder