O Carnaval dos Caretos

As mais verdadeiras tradições do Carnaval português mantém-se bem vincadas por várias localidades de Trás-os-Montes, e têm como referência os rituais e festividades da celebração do solstício de Inverno.

São simbolizados pelos caretos e os diabólicos, as matrafonas e os facanitos na cidade de Bragança, que assim continuam a dar continuidade aos costumes medievais do Entrudo.

As mais verdadeiras tradições do Carnaval português mantém-se bem vincadas por várias localidades de Trás-os-Montes, e têm como referência os rituais e festividades da celebração do solstício de Inverno.

O Careto é uma comparsa mascarado do carnaval de Tràs os Montes, homem mascarado com um nariz saliente em couro, latão ou madeira pintada com cores garridas. O traje é composto duma vestimenta às riscas com capuz muito colorido, fabricado de colchas com franjas

As mais verdadeiras tradições do Carnaval português mantém-se bem vincadas por várias localidades de Trás-os-Montes, e têm como referência os rituais e festividades da celebração do solstício de Inverno.

compridas de lã vermelha, verde e amarela. Ornamentado com bandoleiras, campainhas e chocalhos na cinta.

O desfile que apresento no post corresponde ao Carnaval dos Caretos de Bragança realizado em Fevereiro de 2013, onde encontramos variedades de grupos de Caretos do Nordeste Transmontano, de Zamora e das Escolas de Bragança.

As mais verdadeiras tradições do Carnaval português mantém-se bem vincadas por várias localidades de Trás-os-Montes, e têm como referência os rituais e festividades da celebração do solstício de Inverno.

Observamos nas três peças, as ruas da cidade cheias de colorido, música e vitalidade, e todos nós espectadores, sentimos a cultura e tradição dos Mascaretos de Bragança.

Sente-se na cidade um verdadeiro regozijo pelo evento; muita gente, pequenos e graúdos e muitos espanhois. Prepondera a imaginação e os mascarados, grupos de gaitas de foles, enfim sátiras e algumas partidas.

Todas as brincadeiras são permitidas nesta festividade, visto que, Carnaval é Carnaval e ninguel leva a mal.