Nossas crianças

Nos tempo atuais e a nível das nossas convivências e participações, a sua projecção tornou-se para muitos egocêntrica com os interesses pessoais em detrimento dos alheios. Todos temos uma cota de responsabilidade para tal modelo de sociedade criada.

Criámos e co-habitamos em parte com uma sociedade, denotando-se o que mais vale é possuir a casa num local que seja evidente ao olhar de todos, diferente das outras, o carro que anda pelas modas dos Jet-Set do local, roupa de marca; porém falta o essencial. Realizarmos uma auto-introspecção e identificar o que é na realidade importante para nós. O nosso ritual de vida deverá ser espontâneo e de modo algum exibição ou aparência teatral.

Já cá pelo nosso interior beirão observamos cada vez mais um maior número de famílias com um só filho, mais divórcios, e consequentemente o ensino dos valores e responsabilidades deixa de ter ênfase. 
Todos somos responsáveis por estes modelos família e sociedade, abstraindo-nos por completo, que apenas temos uma vida, e é nela que mostramos a nossa utilidade na comunidade duma forma simples e espontânea, não com exibicionismos e importâncias. 
Logo que somos afastados das nossas mães pelo cordão umbilical, o tempo da nossa vida passa, passa... com uma rápida contagem decrescente, e... quando nos apercebemos estamos velhinhos.

É este o tema de hoje. A influência dos pais no comportamento, valores e estilo de vida dos filhos.

Ainda como crianças lactentes observamos comportamentos excessivos nos jovens pais para com os filhos: superprotecção ao bebé, roupas e roupas já de marca, alimentação lactente da mais cara, e tantas vezes a menos indicada; quando chegam ao ano, chocolates, iogurtes super-açucarados para os calar, alimentos de lata, só por que são mais rápidos de confecionar e mais xique...

É o modelo de vida que muitos pais constroem, trazendo a curto prazo consequências graves como a obesidade e a hiperactividade, e para mais tarde perturbações das gerações futuras: falta de valores e de regras familiares e sociais, falta de identidade...
Anos depois, após esta super-protecção errada, ficamos realmente estupefactos, com a nova postura dos pais: devido à escassez de tempo pela profissão e convívio com os amigos adoptam soluções fáceis: educar a criança com as degradantes, incultas e descaracterizadas novelas da Televisão, e... mal menor... tentando mantê-las com o horário mais alargado na Escola.
É verdade, coitadinhas crianças, tão puras, espontâneas e desejosas de aprender e participar os pais, estes incumbem na Televisão e Escola o encargo de educar os filhos.

Concerteza que assim sendo, têm mais tempo para a profissão, para os amigos, e para gozarem, libertando-se dos "irrequietos" filhos.
A transmissão da educação, das regras familiares e sociais, ou seja dos valores passa a ser delegada pela TV deformadora e por outros, tantas vezes desconhecidos.
Não é para se admirarem, quando um dia mais tarde sofrerem surpresas ou desilusões, pagando um amargo preço pela educação errada prestada.
A escola é fundamental, para ensinar e oferecer conhecimentos, mas num outro sentido a família, que é a única instituição que transmite os valores culturais que a criança futuramente irá adoptar como modelo.
A escola nunca será a responsável por uma educação deficiente da criança, mas sim os Pais. Consequentemente o nome de "Pais" compremete-os. Ser Pai é um dom natural e não um incómodo. Por isso mesmo a criança nasceu por que os Pais decidiram, e portanto têm a responsabilidade de a acompanhar sempre.
A moda da Televisão e jogos de computador são a fuga e a estratégia de muitos Pais, a criança de ouvidos e olhos atentos, bem sossegadinha não incomoda. Mas onde estão as histórias e as leituras? Os convívios com os adultos e as outras crianças? E elas não têm que ser ouvidas também? Não têm histórias do quotidiano para contar? não têm os seus problemas?
Como está a nossa sociedade... Levantar cedo a criança, já ao ritmo de stress, como não há tempo para o pequeno almoço, dois iogurtes líquidos carregados de açúcar, depois despachá-la para a escola. Para os Pais, interessa trabalhar, conviver com os amigos, e o mais tarde possível quando a escola fechar, recolher o filho e ir então para o sofá ver a telenovela até adormecer.
Onde estão as conversas em família, as brincadeiras com o filho, a leitura dum livro infantil ao colo dos Pais, levá-lo a passear ao Jardim Infantil?
A educação, os valores da família e sociedade devem ser sempre preservados e transmitidos, por que senão vamos ter uma sociedade decadente, doente e incapaz de sobreviver.

Concerteza que assim sendo, têm mais tempo para a profissão, para os amigos, e para gozarem, libertando-se dos "irrequietos" filhos.

A transmissão da educação, das regras familiares e sociais, ou seja dos valores passa a ser delegada pela TV deformadora e por outros, tantas vezes desconhecidos.
Não é para se admirarem, quando um dia mais tarde sofrerem surpresas ou desilusões, pagando um amargo preço pela educação errada prestada.
A escola é fundamental, para ensinar e oferecer conhecimentos, mas num outro sentido a família, que é a única instituição que transmite os valores culturais que a criança futuramente irá adoptar como modelo.
A escola nunca será a responsável por uma educação deficiente da criança, mas sim os Pais. Consequentemente o nome de "Pais" compremete-os. Ser Pai é um dom natural e não um incómodo. Por isso mesmo a criança nasceu por que os Pais decidiram, e portanto têm a responsabilidade de a acompanhar sempre.

A moda da Televisão e jogos de computador são a fuga e a estratégia de muitos Pais, a criança de ouvidos e olhos atentos, bem sossegadinha não incomoda. Mas onde estão as histórias e as leituras? Os convívios com os adultos e as outras crianças? E elas não têm que ser ouvidas também? Não têm histórias do quotidiano para contar? não têm os seus problemas?
Como está a nossa sociedade... Levantar cedo a criança, já ao ritmo de stress, como não há tempo para o pequeno almoço, dois iogurtes líquidos carregados de açúcar, depois despachá-la para a escola. Para os Pais, interessa trabalhar, conviver com os amigos, e o mais tarde possível quando a escola fechar, recolher o filho e ir então para o sofá ver a telenovela até adormecer.
Onde estão as conversas em família, as brincadeiras com o filho, a leitura dum livro infantil ao colo dos Pais, levá-lo a passear ao Jardim Infantil?
A educação, os valores da família e sociedade devem ser sempre preservados e transmitidos, por que senão vamos ter uma sociedade decadente, doente e incapaz de sobreviver.

A moda da Televisão e jogos de computador são a fuga e a estratégia de muitos Pais, a criança de ouvidos e olhos atentos, bem sossegadinha não incomoda. Mas onde estão as histórias e as leituras? Os convívios com os adultos e as outras crianças? E elas não têm que ser ouvidas também? Não têm histórias do quotidiano para contar? não têm os seus problemas?

Como está a nossa sociedade... Levantar cedo a criança, já ao ritmo de stress, como não há tempo para o pequeno almoço, dois iogurtes líquidos carregados de açúcar, depois despachá-la para a escola. Para os Pais, interessa trabalhar, conviver com os amigos, e o mais tarde possível quando a escola fechar, recolher o filho e ir então para o sofá ver a telenovela até adormecer.
Onde estão as conversas em família, as brincadeiras com o filho, a leitura dum livro infantil ao colo dos Pais, levá-lo a passear ao Jardim Infantil?
A educação, os valores da família e sociedade devem ser sempre preservados e transmitidos, por que senão vamos ter uma sociedade decadente, doente e incapaz de sobreviver.

Apresento neste post actividades culturais dos alunos do agrupamento da Escola EB de S. João da Pesqueira que gravei em 2008 que sensibiliza e consciencializa as crianças no cântico de grupo, educação para a saúde, contribuindo para formação intelectual, musical e social destas.