Dezembro. um passeio entre Ermida, Porto Rei e Rede - Douro

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Agora que o júbilo obcessivo das auto-estradas entrou no apogeu, começando-se já a identificar os diversos problemas ambientais consequente aos excessos de uso das mesmas, a necessidade imperiosa de novas políticas energéticas de transporte, está na hora de Portugal bem gerir os recursos que de todos são, neste caso na recuperação, manutenção e renovação da rede de caminhos de ferro.

A linha do Douro até Barca de Alva e alguns dos seus ramais, pelas características paisagísticas que possui, são enormes potenciais para o crescimento turístico da região, com o consequente combate à desertificação local e a devida prosperidade local.

É sabida a classificação da região como Património da Humanidade, pela superioridade das suas paisagens e cultura viva, e bem visível nos filmes que do Douro apresento, o património ferroviário em puro sinergismo com todo o habitat, a afirmar o nome e identidade deste território nacional.

No presente filme, realizado neste mês de Dezembro, entre Ermida e Rede, observamos uma fisionomia do Douro, também rural, mas já com pinhais envolventes, e para terminar um pôr do sol no magestoso Solar da Rede

Lá do cimo das montanha continua a observar-se nas suas águas espelhadas, toda a atmosfera e ambiente envolvente, o sol, as núvens, montes, penhascos e aves.

À beira ria, são frequentes os pescadores, tendo a companhia dos bandos de aves, e dos patos a levantar do rio fungindo ao movimento dos barcos e passagem do comboio.